Ex-Dia da Inclusão Digital (último sábado de março)

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Próxima Celebração "Ex-Dia da Inclusão Digital": Sábado, 31 de Março de 2018, : daqui 161 dias, 09:47:24-02:00.
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O Dia da Inclusão Digital no último sábado de março de cada ano, era uma comemoração móvel no Estado brasileiro do Rio de Janeiro, que havia sido instituída pela Lei Nº 4.503 de 11 de janeiro de 2005, mas que foi convertida em "semana da inclusão digital" pela Lei Nº 5880 de 14 de janeiro de 2011) e Lei Nº 5.645 de 6 de janeiro de 2010, para ser festejada na última semana de março, com o fim de entrar em sintonia com semana celebrativa de mesmo nome, que fora iniciada no Brasil em 2001 pelo CDI [Comitê para Democratização da Informática], cuja data do início das celebrações podia ocorrer entre os dias 25 de março e 31 de março de cada ano no calendário gregoriano.

A Lei supracitada do Estado do Rio de Janeiro dizia que, por ocasião das celebrações dessa data comemorativa, os Poderes Públicos do Estado dos cariocas deverão promover, através de seus órgãos ligados às áreas de tecnologia, informação e comunicação, seminários, simpósios, conferências e eventos, que visem a divulgar todo o processo de evolução das áreas de inclusão digital e os benefícios resultantes dessa inclusão no Estado do Rio de Janeiro.

Para conhecimento, inclusão digital é o nome dado ao processo de democratização do acesso às tecnologias da Informação, de maneira a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Inclusão digital é também simplificar a rotina diária do incluído, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um incluído digitalmente não é aquele que apenas utiliza essa nova linguagem, que é o mundo digital, para apenas trocar e-mails, mas aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida, a fim de buscar novas oportunidades de emprego, meios de comunicação, formas de obter aprendizado, entre outras utilizações. Assim, a inclusão digital pode trazer mais benefícios para a vida pessoal e profissional do cidadão.

Para que seja viável, a inclusão digital necessita de 3 instrumentos básicos, que são: dispositivo para conexão, acesso à rede mundial de computadores ou internet e o domínio dessas ferramentas, pois, não basta apenas o cidadão possuir um simples computador conectado à internet para que ele seja considerado um incluído digital. Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas. Entre as estratégias inclusivas no Brasil, estão, por exemplo, projetos e ações ofertados pelo SENAI [Serviço Nacional da Indústria] e pelo SENAC [Serviço Nacional do Comércio], que facilitam o acesso de pessoas de baixa renda às TIC [tecnologia da Informação e Comunicação]. A inclusão digital volta-se também para o desenvolvimento de tecnologias que ampliem a acessibilidade para usuários com deficiência. Dessa forma, toda a sociedade poderia ter acesso a informações disponíveis na Internet, e assim, produzir e disseminar conhecimento.

A inclusão digital insere-se no movimento maior de inclusão social, um dos grandes objetivos compartilhados por diversos governos ao redor do mundo nas últimas décadas. Dois novos conceitos são incorporados as políticas de inclusão digital: a acessibilidade de todos às tecnologia da Informação e Comunicação (neste caso, não somente a população deficiente), e a competência de uso das tecnologias na sociedade da informação. É importante ressaltar que a literatura tem apontado que as desigualdades relativas às formas de acesso à comunicação digital são de diversas naturezas. Em outras palavras, é preciso compreender tal fenômeno como algo que vai além da mera falta de acesso a computadores, partindo-se para uma avaliação que leve em conta desigualdades geográficas ou relativas ao domínio que cada usuários tem quanto aos softwares mais comuns. Nesse sentido, as políticas públicas devem se dedicar a enfrentar tais problemas nas suas mais diversas dimensões.

Segundo alguns, a informática é tida como a maior descoberta do século XX. A sua expansão é universal, e a sua utilidade é indescritível, fazendo com que quem a desconheça esteja praticamente fora do mercado de trabalho. Analisando o crescimento da informatização dos serviços oferecidos à sociedade atual, cada vez mais se busca a necessidade da inclusão digital dos cidadãos nesse modo de vida. Ao acontecer o uso destes recursos tecnológicos, eles devem ser apropriados de meios onde a tecnologia da informação e comunicação se direcione para fazer valer a inclusão dos indivíduos neste ciberespaço. Daí a necessidade de incentivar também a inclusão digital nas escolas.

Assim, a escola se apresenta como ambiente capaz de fazer imergir tais tecnologias a serviço de uma metodologia de ensino a favor da interação dos alunos nesta sociedade da informação, anulando, assim, as diferenças sociais não pertinentes a este processo. Ao se utilizar diferentes mídias, que colaboram para a apropriação de um ambiente de comunicação, o computador e seus inúmeros recursos destacam-se como ferramenta de acesso apoiado por diferentes programas sociais do governo federal no Brasil. Baseado nestes preceitos, a inclusão digital no ambiente escolar deve ser uma ação educacional que envolva o professor, ao capacitar-se para apropriação e ideal uso de recursos tecnológicos, e o aluno, como sujeito no espaço de interação e comunicação de novas formas de colaboração, interatividade, conhecimento e cidadania.

Fontes consultadas:

  1. alerjln1.alerj.rj.gov.br/…
  2. alerjln1.alerj.rj.gov.br/…
  3. www.jornalapraca.com.br/…
  4. pt.wikipedia.org/…

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