Dia Europeu de Lembrança por Todas as Vítimas de Regimes Autoritários e Totalitários (23 de agosto)

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Próxima Celebração "Dia Europeu de Lembrança por Todas as Vítimas de Regimes Autoritários e Totalitários": Quinta-Feira, 23 de Agosto de 2018, : daqui 275 dias, 23:16:20-02:00.
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O Dia Europeu de Lembrança por Todas as Vítimas de Regimes Autoritários e Totalitários ou "European Day of Remembrance of Victims of All Totalitarian and Authoritarian Regimes" em 23 de agosto de cada ano, é uma comemoração da União Europeia, que também é conhecida como "Dia Europeu em Memória das Vítimas do Estalinismo e do Nazismo" ou "European Day of Remembrance for Victims of Stalinism and Nazism", e que foi instituída pelo Parlamento Europeu em 22 de setembro de 2008.

Essa data comemorativa de europeus tem por fim, marcar a data do Pacto Nazi-Comunista [também referido como "Pacto Molotov-Ribbentrop", "Tratado Molotov-Ribbentrop", "Pacto Nazi-Soviético", "Tratado Nazi-Soviético", "Pacto Hitler-Stalin", "Pacto Ribbentrop-Molotov", "Pacto Germano-Soviético", ou simplesmente "Tratado de não-agressão Germano-Soviético"].

O Pacto foi assinado na madrugada de 24 de agosto de 1939 na cidade e capital soviética de Moscou, pelo então ministro soviético do exterior, Vyacheslav Molotov, enquanto representante do comunista soviético, Josef Vissarionovitch Stalin, e pelo então ministro do exterior da Alemanha, Joachim von Ribbentrop, enquanto representante do nazista alemão, Adolf Hitler, mas estava datado de 23 de agosto, e previa então entre outros ajustes, a partição da Europa, com a divisão dos estados da Finlândia, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia e Romênia entre nazistas alemães e comunistas soviéticos.

Em linhas gerais, o referido Pacto estabelecia que ambas as nações se comprometiam a manterem-se afastadas uma da outra em termos bélicos.
Nenhuma das duas nações favoreceria os inimigos da outra, nem tampouco invadiria os seus respectivos territórios, além do que, a União Soviética não reagiria a uma agressão alemã à Polônia, e que, em contrapartida, a Alemanha apoiaria uma invasão soviética à Finlândia, entre outras concessões.
De fato, à invasão nazista seguiu-se a Invasão Soviética da Polónia e também da Finlândia ainda em 1939.
Em dois protocolos secretos, os dois governos organizaram a partilha dos territórios da Europa de Leste em zonas de influência, decidindo:

  • que a Polónia deveria deixar de existir (passando o seu território para a Alemanha e para a URSS);
  • que a Lituânia ficaria sob alçada alemã (meses mais tarde a Alemanha trocou a Lituânia por outra zonas de influência, ficando a Lituânia sob alçada soviética); e
  • que a Estónia e a Letónia passariam para a URSS, além de grande parte da Finlândia e vastas zonas da Roménia e da Bulgária.

O pacto estabelecia ainda fortes relações comerciais entre soviéticos e alemães, vitais para os dois países, nomeadamente petróleo soviético da zona do Cáucaso e trigo da Ucrânia, que seriam trocados por ajuda, equipamento militar alemão e ouro.

Esse pacto durou até 22 de junho de 1941, quando a Alemanha, sem prévio aviso, iniciou a invasão do território soviético, através da "Operação Barbarossa".

Fontes consultadas:

  1. pt.wikipedia.org/…
  2. www.diariodarussia.com.br/…

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