Dia de Recordação do "Genocídio Armênio" (24 de abril)

Licença Creative Commons, para reproduzir tem que citar fonte com link. URL curta: http://datas.blog/1510

Próxima Celebração "Dia de Recordação do "Genocídio Armênio": Terça-Feira, 24 de Abril de 2018, : daqui 186 dias, 04:17:32-02:00.
Tempo médio de leitura para essa data comemorativa: ± 1 minuto.

O Dia de Recordação do "Genocídio Armênio" em 24 de abril de cada ano, é uma celebração da Armênia e por armênios de todo o mundo que está de alguma forma oficializada nos Estados brasileiros do Paraná e São Paulo, além de outras cidades do Brasil.

Essa data comemorativa de armênios tem por fim, marcar a data da prisão de líderes políticos e intelectuais arménios em 24 de abril de 1915 e seu posterior assassinato, como parte do genocídio sofrido pelo povo armênio em 1915.

Esse genocídio foi idealizado pelo Comitê Central do "Partido dos Jovens Turcos" e dirigido por uma organização especial chamada "Teshkilati Mahsusa", que então fora instituída pelo Comitê de União e Progresso ou "ve Ittihad Terakki Cemiyet", a partir da criação de "batalhões Especiais de Carrascos", compostos de criminosos violentos [libertados da prisão para essa tarefa].
Esses batalhões foram responsáveis pelo extermínio de cerca de 1 milhão e meio de pessoas, a partir de 250 detenções na Turquia, começando pelo desarmamento dos armênios do exército e sua inclusão em batalhões de trabalho, onde foram mortos.
Depois disso, se procedeu à intimação dos armênios em suas casas, com o argumento de que eles seriam apenas transferidos, mas na realidade, eles foram obrigados a marchar para campos de concentração no deserto entre Jerablus e Deir ez-Zor, onde terminaram por morrer de fome e sede sob o sol ardente.
Durante a marcha, muitas vezes, foram-lhes negada comida e água, além de muitos terem sido brutalizados e mortos pelos "guardas" ou por "saqueadores".
A repressão contra o povo armênio foi tão violenta, que alguns funcionários otomanos conscientes, tais como o governador de Alepo, Celal, o governador de Ancara, Mazhar, e o governador de Kastamonu, Reshid, foram demitidos de seus cargos por não apoiarem essa campanha de extermínio, e também terminaram por ser mortos Quaisquer cidadãos turcos que protegessem os armênios.

Em tempo:
Muito embora vários historiadores e mais de 20 países, entre eles França, Itália e Rússia, reconheçam o genocídio dos armênios, a Turquia continua a afirmar oficialmente que, o que aconteceu foi uma guerra civil, ao que se adicionou a fome, na qual morreram de 300.000 a 500.000 armênios e outros tantos turcos, num tempo em que as forças otomanas e a Rússia disputavam o controle de Anatolia.

Fontes consultadas:

  1. www.al.sp.gov.br/…
  2. www.al.sp.gov.br/…
  3. www.legislacao.pr.gov.br/…
  4. www.armenian-genocide.org/…
  5. www.legislacao.pr.gov.br/…
  6. www.diariodarussia.com.br/…
  7. www.umd.umich.edu/…
  8. www.em.com.br/…

Para dúvidas, críticas, sugestões, reclamações, convites e outros assuntos, por favor, Entre em contato

Licença Creative Commons, para reproduzir tem que citar fonte com link. URL curta: http://datas.blog/1510

RSS/XML